AFAGO: Maranhão se inspira em Shakespeare e elogia Cássio
Em entrevista à imprensa, o peemedebista foi instigado a comentar assuntos da crônica política atual e surpreendeu, por exemplo, ao elogiar o adversário Cássio Cunha Lima (PSDB), cuja cassação aconteceu a pedido de sua coligação e em cujo vácuo chegou, pela terceira vez ao Palácio da Redenção, em fevereiro de 2009.
Ao ser informado por um jornalista de que Cássio teria admitido, em uma conversa informal, o apoio à pré-candidatura de Cícero Lucena mesmo sabendo da simpatia e eventual aliança de Maranhão com o PSDB, o ex-governador peemedebista comentou:
- Cássio está fazendo uma análise de um político maduro e equilibrado. Nós não temos questões pessoais nenhuma. As divergências são meramente políticas. Todos sabem que eu apoiei Ricardo Coutinho duas vezes e sabem as posições de Ricardo, que está no Governo do Estado. Em política, como no amor, não sei se a frase é de Shakespeare.
Sobre a saída de Trocolli Junior do partido, Maranhão comentou que essa resposta quem vai dar é o diretório municipal de Cabedelo.
"Não tenho conhecimento das queixas do deputado. O diretório do PMDB deu a ele todo o apoio e solidariedade. Na política, como no amor, não raro se processa a união dos contrários. Até porque a democracia é plural. Regime de partido único só nas ditaduras. Na democracia, você tem uma multiplicidade de partidos e a natureza das eleições majoritárias com segundo turno prevê a oportunidade para quem se enfrentou no primeiro turno, se compor para que o candidato vitorioso tenha uma base que permita a governabilidade. Na democracia, não devemos nos colocar em posição rancorosa de inimigos para a vida toda. Não é nem cristã essa proposta! Todos agimos com espírito aberto para o entendimento até com os adversários", disse.
Maranhão também foi perguntado a respeito de sua pré-candidatura a prefeito de João Pessoa e de um eventual desgaste caso venha a perder o pleito:
- Eu só temo a Deus! Tenho todas as razões para confiar no povo de João Pessoa. Sou candidato e pode vir o trem do outro lado
O líder do PMDB negou estremecimento com Manoel Júnior e disse que está "absolutamente entrosado" com o colega:
- Só quem não conhece minha relação com Manoel Júnior pode imaginar que haja com ele qualquer nota destoante.
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